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BOLETIM ELETRÔNICO
 

Boletim: 641
Data: 11/06/2010


INDIGNÔMETRO – Por um novo Paraná!

O Movimento “O Paraná Que Queremos”, encabeçado pela subseção Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil [OAB], lançou o “INDIGNÔMETRO”, um abaixo-assinado eletrônico para mostrar a indignação da sociedade paranaense com a corrupção na Assembleia Legislativa.

Preenchendo o formulário disponível na página www.novoparana.com.br, você estará participando do movimento por um novo Paraná, com moralidade e ética na política.


Projeto de Formação Mutirão entra no 2º Módulo

A partir desta quinta-feira, dia 17 de junho, o Projeto de Formação de Dirigentes Sindicais “Mutirão” inicia seu segundo módulo. Nesta etapa o tema trabalhado será “CUT Trajetória e Desafios”, que abordará os movimentos sociais dos anos 70 e 80, as origens do novo sindicalismo, as greves que mudaram a cara do país e a fundação da CUT.

O primeiro módulo do curso, realizado durante o mês de maio, discorreu sobre o “funcionamento e a história da sociedade”. Já o terceiro tratará sobre a “representação sindical no local de trabalho”.

O Mutirão 2010 faz parte do curso de Organização e Representação Sindical de Base [ORSB], uma das prioridades estratégicas do Plano Nacional de Formação de Dirigentes da CUT. Também é um dos instrumentos idealizados para cumprir com o objetivo de fortalecer o Projeto Sindical, bem como ampliar a representação sindical da Central nos locais de trabalho.

:: Público-alvo:
o projeto é voltado a Dirigentes liberados e da base, representantes de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes [CIPA’s], comissões de fábrica, comitês de empresa e integrantes de oposições sindicais cutistas.

:: Financiamento
As despesas de hospedagem e alimentação são por conta da CUT Paraná. O restante será pago pelas entidades que indicarem participantes, como custos com transporte (gasolina, estacionamento, taxi...), entre outros.

Qualquer dúvida entrar em contato com a Formação da CUT PR pelo telefone (41) 3232.4649 ou e-mail formacao@cutp.org.br

:: Relação das Turmas

1ª turma – 19 e 20 de Junho - Regionais Norte Novo, Noroeste e Centro Ocidental
Local: Auditório do Sinteemar.

2ª turma – 17 e 18 de Junho - Regional Curitiba, Metropolitana e Sudeste – Trabalhador@s Liberad@s | Contato: Jorge Metralha [CUT-PR: 3232.4649 / 9197.4170 – metralha@cutpr.org.br]
Local: Hotel Granville - Rua Desembargador Clotário Portugal, 35 - Centro - Curitiba / PR.

3ª turma – 19 e 20 de Junho - Regionais Curitiba, Metropolitana e Sudeste – Trabalhador@s Não Liberad@s | Contatos: Samuel [Simencal: 41 9824.1974 – simencal@brturbo.com.br] | Pierin [Sindpd: 41 9685.3318 – czpierin@gmail.com]
Local: Hotel Granville - Rua Desembargador Clotário Portugal, 35 - Centro – Curitiba / PR.

4ª turma – 19 e 20 de Junho - Regionais Norte Pioneiro e Norte Central
Contatos: José Marcelo [Seeb C. Procóprio: 43 9987.5166 - marcelopiovan@hotmail.com] | João [Seeb Londrina: 43 3372.8787 – joao.londrina@gmail.com]
Local: Sindicato dos Bancários de Londrina - Rua Rio de Janeiro, 854, esquina com a rua Espírito Santo.

5ª turma – 24 e 25 de Junho - Regionais Sudoeste e Oeste
Contatos: Juceli [Zelário [Seeb Toledo: 45 3055.4851 – sbtr@uol.com.br]
Local: Sindicato dos Servidores – Rua São João, 6625 (Esq. com Rua Estilac Leal)

6ª turma – 26 e 27 de Junho - Regional Centro Sul
Contato: Jorge – STR Candói [42 8813.6464 – jorgedejesuslopes@hotmail.com]
Local: Centro de Formação Juan Diego – Guarapuava / PR.

7ª turma – 26 e 27 de Junho - Regional Centro Oriental Contato: Edemilson [SindiMetalúrgicos Ponta Grossa: 42 3025.1717 – stives.st@bol.com.br]
Local: Sindicato dos Metalúrgicos - Rua Rui Barbosa, 131 – Centro – Ponta Grossa




Vigilantes do Paraná denunciam que são ameaçados

O Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana (Sindvigilantes) denuncia que profissionais da área estão recebendo ameaças. O motivo é a posição contrária do sindicato em relação aos “bicos” feitos por policiais militares como vigilantes.

O assunto foi discutido durante audiência na Assembleia Legislativa do Paraná, o que reavivou o debate. A prática destes “bicos” por policiais militares é ilegal, ou seja, eles não podem trabalhar como vigilantes nas horas vagas. O evento foi organizado pela Federação dos Vigilantes.

Segundo o presidente do Sindvigilantes, João Soares, as ameaças ocorrem há algum tempo, mas depois da audiência surgiram mais algumas, inclusive enviadas por e-mail. Uma delas sugere que o ameaçador é policial militar, e diz o seguinte: “somos mais fortes do que vocês pensam (...), tenha mais respeito pelos PMs e fiquem na sua, cuidem do seu sindicato e tentem ajudar os vigilantes, mas não fazendo sensacionalismo em cima de policiais honestos que honram a farda que vestem e dão o sangue pela sociedade (...) ” . “Diante disso não temos muito o que fazer, apenas temos que nos cuidar mais”, afirmou Soares. Segundo ele, grande parte dos policiais que fazem esses “bicos” como vigilantes trabalham para empresas clandestinas de segurança.

Essas empresas, de acordo com Soares, são muito mais numerosas em todo o Paraná do que aquelas que estão com a documentação em dia. “Aquelas que são irregulares funcionam somente com o alvará da prefeitura, quando deveriam também ter autorização da Polícia Federal”, informou. Para Soares, várias ações devem ser tomadas para que a situação dos “bicos” seja extinta, como melhorar o salário dos policiais e aumentar a fiscalização das empresas de vigilância irregulares.

O encontro também serviu para costurar propostas para melhoria da segurança na região. Entre as proposições estão uma maior transparência nos dados estatísticos da Secretaria Estadual de Segurança Pública; o rastreamento de viaturas para evitar desvios de função; a fiscalização interna e externa nas polícias Civil e Militar; cobrar dos bancos um maior investimento na área de segurança; a realização de campanhas educativas, para que o comércio não contrate empresas clandestinas de vigilância; e a retomada, no Congresso Nacional do Projeto de Lei que criminaliza essas empresas piratas.

Pesquisa do Ministério da Justiça e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) revelou, no fim do ano passado, que a maioria dos policiais do país mantém uma segunda atividade remunerada. O bico policial é uma realidade nacional, embora seja proibido pelo regimento das corporações.

No caso do Paraná, soldados dizem que oficiais agenciam colegas para fazer vigilância privada, problema também encontrado na Bahia pelo presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura. A desfaçatez é de assustar. “Eles dizem que fazem isso porque precisam pagar as contas”, relatou Boaventura.


Movimentos sociais protestam contra o bloqueio à Gaza

O Comitê Árabe-Brasileiro de Solidariedade, em parceria com a Coordenação dos Movimentos Sociais [CMS], fará na sexta-feira [11] um protesto pelo fim do bloqueio à faixa de Gaza e em repúdio aos ataques do exército de Israel contra missões humanitárias. Será a partir das 14h, na Praça Santos Andrade, em Curitiba.

A manifestação é motivada pela ação terrorista do governo israelense praticada na última segunda-feira [31] contra um comboio que levava ajuda humanitária a Gaza. O ataque matou pelo menos 10 pessoas. A frota de seis navios, organizados pela ONG Free Gaza, levava 750 ativistas e cerca de 10 mil toneladas de suprimentos. A CUT manifestou repúdio à ação terrorista de Israel em Nota Oficial.


Nota Oficial
CUT repudia a covarde ação terrorista praticada pelo governo israelense
A Central Única dos Trabalhadores – CUT Brasil, em nome dos 22 milhões de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros que representa, condena veemente a covarde ação terrorista praticada pelo governo israelense ao atacar um comboio de ajuda humanitária que ia em direção a Faixa de Gaza. O Estado de Israel não só violou gravemente as leis internacionais, mas também cometeu um crime ao matar, pelo menos, 10 pessoas que estavam no comboio.

O ataque de Israel ao comboio de ajuda humanitária composto por seis navios organizado pela ONG Free Gaza e liderados por uma embarcação de bandeira turca Mavi Marmara ocorreu na madrugada do dia 31 de maio em águas internacionais no Mar Mediterrâneo, a cerca de 128 quilômetros da Faixa de Gaza. Além das 750 pessoas que estavam no comboio, era transportado também cerca de 10 mil toneladas de ajuda humanitária para habitantes da Faixa de Gaza.

Ataques como esse só impedem que a paz se restabeleça na região e prejudica ainda mais a difícil vida dos moradores da Faixa de Gaza, que sofrem há anos com o injusto e cruel bloqueio.

A CUT defende que as diferenças políticas e as disputas internacionais entre Estados devem ser resolvidas pela via pacífica e negociada, e não via ações militares covardes que só nos entristecem e nos revoltam. Nós nos solidarizamos com o povo palestino e com os familiares e amigos das vítimas e exigimos que a justiça seja feita o mais breve possível.

Nesse sentido, a CUT reafirma mais uma vez a sua disposição em continuar junto com o povo palestino e com todos os trabalhadores e trabalhadoras do planeta na luta por um mundo mais justo e de paz e em defesa da causa palestina.


São Paulo, 31 de maio de 2010.

João Antonio Felício – Secretário de Relações Internacionais da CUT


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Debate ao governo do Paraná retoma discussão sobre privatização do BANESTADO e questiona política de alianças
   
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INDIGNÔMETRO

Qual bandeira de luta deve ser a prioridade dos trabalhadores em 2010?
A vitória do projeto popular nas eleições
Aprovação da PEC da redução da jornada de trabalho
Ratificação da Convenção 158 da OIT
Ratificação da Convenção 151 da OIT
Total de votos: 284
Resultados
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Presidente: Regina Cruz
Secretária Geral: Marisa Stedile
Secretário de Comunicação: Miguel A.A. Baez
Jornalista Responsável: Davi Macedo - Reg. Profissional MTb 5462 PR